O modelo para privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) ainda está em estudos, mas o governo federal garante que “em fase avançada”.
Por isso, trabalham com um calendário em que a publicação do edital de concessão está prevista para até março do ano que vem.
A senadora Rose de Freitas, que se reuniu anteontem com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, disse que a operação da estrutura, já privatizada, só acontecerá em 2022. “Questões marítimas são mais demoradas que as rodoviárias”, explicou.
Já se sabe, por exemplo, que o critério do leilão será o de maior outorga, mas números exatos ainda estão nesses tais estudos.
Segundo o governo federal, a previsão é de que o leilão da Codesa aconteça entre outubro e dezembro do ano que vem.
“A assinatura do contrato com a concessionária vencedora está prevista para o 1º trimestre (até março) de 2022”, disse a União.
Tudo caminha, portanto, para que essa seja a primeira transferência para a iniciativa privada de uma companhia docas no País. O modelo feito no Estado é que será um definidor da ampliação da privatização pelo restante das companhias docas do Brasil.
São esperados investimentos de R$ 1 bilhão com a privatização.
