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Economia

Crédito rural do Sicredi cresce 39% e prioriza pequenos e médios produtores

Cooperativa registra alta de 39% em um ano e destina 67% das operações a pequenos e médios produtores; custeio lidera liberações

Agência do Sicredi

Última atualização

A carteira de crédito rural do Sicredi fechou fevereiro com saldo de R$ 1,1 bilhão, alta de 39% em um ano. O desempenho coloca a cooperativa entre as principais ofertantes de crédito ao agricultor na safra 25/26, segundo dados da instituição.

Do total de 5.476 operações de crédito registradas no período, 67% foram destinadas a pequenos e médios produtores. As operações de Cédula de Produto Rural (CPR), principal título de crédito do agronegócio brasileiro, representaram 27% do total.

Ainda de acordo com o Sicredi, o volume liberado neste ciclo cresceu 25% na comparação com o mesmo período da safra anterior.

Principais números (fevereiro):

– Saldo da carteira rural: R$ 1,1 bilhão (+39% em 12 meses)

– Operações no período: 5.476

– Pequenos e médios: 67% das operações

– CPR: 27% das operações

– Alta do volume liberado no ciclo: +25%



Custeio lidera liberações, seguido por investimentos

As operações de custeio do agronegócio — isto é, despesas que os produtores precisam arcar para manter a produção — somaram 39% do volume total liberado. Em seguida, o crédito para investimentos respondeu por 32% do total.

“Apesar do contexto desafiador enfrentado pelo setor agropecuário brasileiro, mantemos nosso interesse genuíno em impulsionar o campo, oferecendo orientação técnica, acesso a financiamento e outras soluções voltadas ao fortalecimento dos produtores rurais do Espírito Santo”, destacou o presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste, Márcio Port.

Cenário nacional também mostra avanço da carteira rural

Em nível nacional, a cooperativa informou ter liberado mais de R$ 48 bilhões em crédito ao público do agronegócio no mesmo período, com crescimento superior a 15%. A carteira de crédito rural fechou janeiro com saldo de R$ 121,4 bilhões, elevação de 14% em um ano.

Por finalidade, as operações de custeio representaram mais de 37% do volume total liberado, seguidas pelos investimentos. Ainda no balanço, cerca de 70% do total das operações de crédito no país foi destinado a pequenos e médios produtores.



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