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Economia

Investimentos vão fazer Aracruz precisar de 5 mil novas moradias

Demanda é associada a novos investimentos, como a fábrica da GWM, segundo Douglas Vaz durante a abertura da ES Construção 2026

Investimentos vão fazer Aracruz precisar de 5 mil novas moradias
- Demanda é associada a novos investimentos, como a fábrica da GWM, segundo Douglas Vaz durante a abertura da ES Construção 2026
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Rodrigo Péret

Formado em Jornalismo pela Faesa em 2017 e atualmente cursando o último período de Direito na Multivix Vitória, Rodrigo Péret está em A Tribuna desde 2019, onde atua como repórter de Política e Economia, ocasionalmente atuando como colunista de Plenário. Paralelamente, colabora para o portal Wrestlemaníacos, especializado em Pro-Wrestling, desde 2011.

Última atualização


Durante a cerimônia de abertura da ES Construção 2026, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon-ES), Douglas Vaz, revelou que Aracruz deverá precisar, “logo logo”, de cinco mil novas moradias por conta dos investimentos que estão sendo realizados na região, como é o caso da chegada de uma fábrica da Great Wall Motors (GWM) na cidade.

Vaz relatou durante seu discurso que a informação lhe foi informada pelo governador Ricardo Ferraço, em uma conversa que também contou com a presença do presidente da Federação da Indústria do Espírito Santo (Findes), Paulo Baraona.

“Agora há pouco, conversando com o governador, ele nos anunciou uma necessidade de nós começarmos a pensar que, logo logo, vamos precisar de cinco mil moradias na região de Aracruz. Isso tudo é construção civil. O desenvolvimento do Estado passa pelo nosso setor, que é um motor que impulsiona o PIB capixaba”, disse Vaz.

O presidente do Sinduscon-ES também detalhou que o Espírito Santo está com quase 20 mil unidades habitacionais em contrução só na Grande Vitória, e que obras públicas resultantes de investimentos bilionários, como os portos no Norte do Estado e em Presidente Kennedy também devem movimentar o setor.

“Esse desenvolvimento não está acontecendo por acaso. Podemos dizer, que o nosso Estado, em duas décadas, tem feito seudever de casa de forma exemplar, mantendo a responsabilidade fiscal, o que faz com que investidores se sintam seguros para atuarem por aqui. Estamos em uma posição estratégica no País geograficamente falando e precisamos tirar proveito disso para crescermos”.

Vaz também afirmou que a industrialização do processo construtivo, apesar de surgir como uma forma de atenuar a carência de mão de obra, não deve inibir a capacitação de trabalhadores. “O futuro da construção civil não aceita desperdício e nem falta de planejamento”, afirmou.


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