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Economia

Sinal verde para venda da UVV

Com aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, processo de aquisição da Universidade Vila Velha avança para fase de conclusão O Cons

Sinal verde para venda da UVV
- Partes terão 15 dias para transformar as premissas previstas no SPA em um contrato definitivo de compra e venda
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Eliane Proscholdt

Graduada em Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo Faesa, Vitória-ES, em julho de 2000, atua como repórter especial multimídia em A Tribuna (Grupo Nassau Editora Rádio e TV), ao lado de Francine Spinassé. Ingressou na empresa em dezembro de 2000, acumulando experiências em todas as editorias.

Última atualização



A venda da Universidade Vila Velha (UVV) para a Clariens Educação, braço de ensino superior do fundo soberano Mubadala, deu um passo decisivo.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação, removendo o principal entrave regulatório para a conclusão do negócio e permitindo que as partes avancem para a assinatura definitiva da aquisição.

Com a aprovação do Cade, a partir de segunda-feira (3), as partes terão 15 dias para transformar as premissas previstas no SPA em um contrato definitivo de compra e venda.

A informação foi dada pelo presidente da UVV, José Luiz Dantas. “As premissas deixam de ser apenas diretrizes e passam a ser cláusulas. De segunda-feira, dia 3, até o dia 18 de agosto, estaremos na mesa transformando essas premissas em cláusulas. Se tudo correr bem, ao final de agosto a venda já estará confirmada”, afirmou.

Segundo ele, caso surja algum entrave, o processo poderá ser interrompido, mas a expectativa é de que a aquisição seja formalizada até o fim do mês.

Embora a negociação envolva toda a estrutura acadêmica da UVV, nem todas as instituições ligadas à família Dantas fazem parte da transação.

O presidente da UVV explicou que o acordo abrange toda a operação da universidade. “Trata-se da UVV e de todas as suas atividades: EAD, todos os seus cursos presenciais, os seus polos, os seus cursos híbridos e todos os polos da UVV, inclusive o de Vitória”, afirmou.

Pelo modelo da operação, a Clariens assumirá a gestão da atividade educacional da universidade, incluindo os cursos de graduação, pós-graduação, ensino a distância e demais operações acadêmicas. Os imóveis, por sua vez, permanecerão sob propriedade dos atuais controladores.

Ficam de fora do negócio a UCL, localizada na Serra, e o UVV Highline. Segundo Dantas, as duas instituições continuarão operando de forma independente.

“São duas instituições completamente diferentes e independentes. A UVV é o objeto da aquisição. A UCL não foi envolvida nesse processo. Nela, continuo, junto com os demais diretores, conduzindo os trabalhos acadêmicos”, disse.

Sobre o UVV Highline, o presidente explicou que a unidade permanecerá fora da transação. “A pós-graduação lato sensu também acontece no campus Boa Vista e seguirá normalmente. O Highline ficou de fora, mas todos os polos da UVV ON, inclusive os de Vitória, fazem parte do negócio”, afirmou.



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