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Tecnologia aliada à educação

Educação 4.0 – que se traduz nas novas metodologias de incorporação da cultura digital ao itinerário pedagógico – coloca-se como alternativa e ...

Tecnologia aliada à educação
- O Marista utiliza a estratégia maker, em que o estudante constrói conhecimento em parceria com os colegas

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O Marista utiliza a estratégia maker, em que o estudante constrói conhecimento em parceria com os colegas (Foto: Divulgação/ Colégio Marista)Educação 4.0 – que se traduz nas novas metodologias de incorporação da cultura digital ao itinerário pedagógico – coloca-se como alternativa e desafio às escolas atuais.

E com esse desafio, as escolas precisam repensar as metodologias ativas, sem negligenciar as habilidades socioemocionais, além de ter ferramentas tecnológicas que auxiliem na aprendizagem e na formação do aluno.

Neste ano, atento a essas novas demandas, o Colégio Marista Nossa Senhora da Penha implementou o programa de educação tecnológica, que, segundo a vice-diretora educacional, Vilmara Mendes Gonring, agrega ao aluno, atrelado à proposta pedagógica, um aspecto de inovação que valoriza o aprendizado baseado na resolução de problemas.

“A perspectiva do trabalho está relacionada com a estratégia maker, do aprender fazendo, e do trabalho colaborativo, em que o estudante constrói conhecimento em parceria com os colegas. A metodologia é baseada na proposta STEAM, que significa Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática, a qual relaciona os conteúdos do programa com as áreas dessas disciplinas”, explicou Vilmara.

As aulas de Educação Tecnológica integram o currículo dos estudantes do 2º ao 5º ano do ensino fundamental, por meio de duas horas semanais de oficinas, e contemplam diretamente diversas competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como pensamento científico, crítico e criativo e a cultura digital.

“A sala de aula se transforma em um ambiente em que os alunos se sentem instigados a realizar montagens e também a observar, comparar, refletir, levantar hipóteses, pesquisar, argumentar, registrar e, assim, encontrar soluções para as situações-problema e avançar em seus conhecimentos”, destaca a vice-diretora.

Com um programa voltado para cada série, Vilmara acrescenta que, para alunos do 2º ano, há montagens de máquinas simples e suas combinações; do 3º ao 5º ano, os estudantes são introduzidos ao pensamento computacional e à automatização de montagens e programação de robôs equipados com sensores.

De acordo com a vice-diretora, a consolidação da BNCC já faz parte das diretrizes do Marista, que se destaca pelo trabalho pastoral-pedagógico e que, além da educação tecnológica, também oferta outras disciplinas e projetos institucionais.

Desenvolvendo novas habilidades

Alunos do ensino fundamental participam de  projetos que desenvolvem, por exemplo,  a educação financeira e a arte de empreender, com foco em autogestão, empatia e cooperação (Foto: Divulgação/Colégio Marista)Além de novidades na área de tecnologia, o Colégio Marista Nossa Senhora da Penha também possui projetos extracurriculares que ajudam o aluno a desenvolver habilidades e competências que possam auxiliá-lo no seu desenvolvimento e formação.

Alunos do ensino fundamental desenvolvem projetos de empreendedorismo, educação financeira e, de acordo com a vice-diretora educacional, Vilmara Mendes Gonring, a ação é fundamentada nos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente nas competências focadas em conhecimento, autogestão, empatia, cooperação e autonomia. “A proposta desta ação é desenvolver habilidades e competências nucleares da Base, como o empreendedorismo social e a educação financeira, fomentando nos estudantes o protagonismo juvenil e a maior conscientização acerca da sustentabilidade econômica, bem como a relação entre projetos de vida e sociedade de consumo”.

Estudantes do fundamental foram desafiados a criar protótipos para uma mostra da área de Ciências da Natureza (Foto: Divulgação/Colégio Marista)Segundo Vilmara, conforme diretrizes da BNCC, a metodologia é pautada em reflexões, discussões e possíveis soluções para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), da agenda de 2030.

Para os alunos do ensino médio, assim como para os do fundamental, a agenda da ONU tem servido como base para discutir e oportunizar soluções criadas para problemas reais de suas comunidades.

“A partir dos objetivos do milênio da ONU e dos conteúdos trabalhados em sala de aula e em campo são propostas reflexões, discussões e possíveis soluções para os problemas levantados”, destacou a vice-diretora.

Com o objetivo de desenvolver o aluno, conforme detalhou Vilmara, os estudantes do fundamental foram desafiados a criar protótipos para serem apresentados na mostra da área de Ciências da Natureza, enquanto os alunos do ensino médio foram convidados a criar empresas comprometidas com o empreendedorismo social e a sustentabilidade ambiental.
 

 (Foto: Jornal A Tribuna)

Matrículas
O prazo de inscrição para novos alunos começou em 15 de agosto e o processo para efetivar as matrículas teve início em 21 de setembro, conforme edital disponível em https://inscricoes.marista.edu.br

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