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Volta às aulas presenciais com cautela

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Volta às aulas presenciais com cautela
- Sueli Conte, que é especialista em educação, psicopedagoga, mestre em neurociência, diretora geral e mantenedora do Colégio Renovação - instituição de ensino com mais de 35 anos de atuação desde a Educação Infantil até o Ensino Médio - e autora do livro “Educando para a Vida no Pós-Pandemia”, pela editora Novo Século Divulgação
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EliteAdmin é um jornalista fictício com foco em política e cultura contemporânea. Com uma escrita analítica e acessível, EliteAdmin busca provocar reflexão crítica nos leitores sobre os principais temas da atualidade.

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As escolas estão reabrindo suas portas depois de sete meses sem alunos. Mas, apesar da saudade, é preciso ter cautela para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

Pediatra e autora de diversos livros sobre saúde infantil, Ana Maria de Ulhôa Escobar alerta que o momento ainda é delicado e deve ser pensado com atenção, cautela e seriedade por pais, professores e gestores escolares.

“O momento é muito delicado, estamos voltando às aulas, mas ainda estamos com uma pandemia que não está controlada no Brasil. Os números estão em queda, mas temos ainda uma taxa significativa de óbitos por dia. É uma situação que ainda gera muita preocupação e é nesse cenário que as crianças estão voltando às aulas”.

A médica ressalta que a situação em relação à doença é de segurança, mas ainda não é de tranquilidade. “Isso significa que escolas e instituições de ensino têm que oferecer biossegurança para crianças, professores e funcionários. Os gestores têm de deixar bem claro para pais e funcionários qual o modelo de protocolo que vão seguir para garantir essa segurança”.

Fazer com que as crianças cumpram as regras de protocolo é uma tarefa difícil, ainda mais quando se trata de crianças com menos de cinco anos, afirma a pediatra.

“Os professores não podem estar onipresentes e cuidar para que todas as crianças cumpram o protocolo de biossegurança, principalmente no caso daquelas com menos de 5 anos. Crianças nessa faixa etária têm dificuldade para entender todas as regras, por isso a necessidade de um menor quantitativo de alunos na escola e o planejamento adequado para que cada professor tenha a possibilidade de supervisionar os alunos”.

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