
Na época, ele teria deixado o Estado, onde atuava na 2ª Vara Criminal de Vitória, após ter sofrido ameaças de morte. O caso já foi divulgado em reportagens de A Tribuna.
Segundo as publicações, ele entrou na lista de juízes ameaçados por julgar casos envolvendo tráfico internacional de drogas.
Ele chegou a ser transferido para a outra vara no Estado, mas como as ameaças não cessaram, entre 2010 e 2011, acabou transferido para o Rio de Janeiro.
O ex-juiz federal chega ao segundo turno com o capital de 3,1 milhões de votos, mais do que o dobro do alcançado pelo ex-prefeito Eduardo Paes (1,494 milhão), candidato do DEM, que liderava todas as pesquisas de intenção de voto com pelo menos 10 pontos percentuais de folga.
Em passagem rápida pela Central do Brasil, para cumprimentar eleitores, Witzel disse que as semelhanças programáticas com Bolsonaro e a presença nas ruas em agendas de campanha com Flávio Bolsonaro (PSL), filho mais velho dele e eleito senador, tiveram peso em sua votação.
“Há uma identidade. Nós estamos falando aquilo que a população quer ouvir. Estar ao lado do Flávio mostrou à população um alinhamento ainda maior”, afirmou o candidato.