
Ele chegou acompanhado da mulher, Cristina Gomes, cumprimentou os poucos eleitores que estavam na Escola Àlvaro de Castro Matos e não enfrentou fila.
Aos repórteres que estavam no local o governador disse que, independentemente do resultado das urnas, o Brasil precisa que o candidato vencedor assuma uma agenda reformista e modernizadora para o País recuperar o crescimento socioeconômico e a geração de emprego.
Ele também falou sobre falta de debate no primeiro e no segundo turno. “Nós tivemos um processo de debate desde o primeiro turno muito ralo, absolutamente superficial. Ao passar a eleição do primeiro para o segundo turno, quando você esperava que houvesse um debate da realidade do país, todos nós sabemos que isso não aconteceu. A campanha encerra hoje com a votação e as questões graves que o país está vivendo não foram enfrentadas”, disse.
Hartung também falou sobre as propostas apresentadas pelos candidatos. “Eu sempre defendi que os candidatos defendam os seus propósitos, projetos e propostas, mas o que nós brasileiros vamos desejar, por incrível que pareça, é um ‘estelionato eleitoral’. Quer dizer, do ponto de vista objetivo, só um ‘estelionato eleitoral’ salva e dá rumo para o nosso País porque, se as propostas que foram colocadas em cima da mesa forem levadas em prática, nós, que já estamos no buraco, vamos conhecer que buraco não tem fundo. É com tristeza que falo tudo isso. Precisamos de um plano de reforma para o País. O Brasil precisa ser reformado profundamente e restabelecer o equilíbrio financeiro e orçamentário para que a economia possa ser colocada neste mundo integrado com espaço de competitividade e, consequentemente, dando perspectivas para os brasileiros, principalmente, os jovens”.