Bastam os primeiros acordes, os primeiros versos. E a galera continua junto com ele, em coro, emocionada. “Cara caramba, cara caraô” ou “O vento faz rendez-vous / No seu cabelo alinhado” ou ainda “Chiclete, chiclete, quero chiclete!”.

E, para ele, uma carreira difícil. “A parte mais difícil da minha carreira sempre foi concorrer com os escândalos. Porque eu, ou o Chiclete, nós nunca fomos artistas de escândalo. Sempre fomos voltados para o palco, para a música”, afirma ele, por telefone, ao AT2.
Mas isso, Bell diz, também é um dos motivos de sua proximidade com os fãs. “Todo mundo gosta de estar perto de pessoas que lhe transmitem coisas boas. É por isso que há tanto carinho mútuo entre eu e o meu público. E é por isso que o show, mesmo quando é longo, passa tão rápido”, acredita.
No desfile de clássicas, “Selva Branca”, “Nana Rumbeira”, “Ele Não Monta na Lambreta”, “Vumbora Amar”, “Cara Caramba”, “Tiete do Chiclete”, “Diga que Valeu”, “Chicleteiro Eu, Chicleteira Ela”, “Não Vou Chorar” e “Quero Chiclete”.
