A cultura cosplay se caracteriza pela paixão ao universo pop. Pessoas vestem-se como seus personagens favoritos e mostram que existe muito mais do apenas diversão por trás dessa mania. O trabalho dos cosplayers está cada vez mais profissional.
No Espírito Santo, tem gente até usando a futura profissão para criar as próprias fantasias. Este o caso do estudante do curso de graduação em Design de Produto da Universidade Vila Velha, Victor Cutini Neves. Fã de franquias como Toy Story, Star Wars e Vingadores, Victor usa o conhecimento adquirido nas salas e laboratórios da faculdade para produzir roupas que impressionam pela fidelidade às peças originais.
“Eu me considero mais um cosmaker, alguém que faz o traje, e às vezes visto o manto de alguns personagens. A primeira fantasia que criei na vida foi de Assassin’s Creed, depois veio o Buzz Lightyear e, por último, fiz o traje Quântico, de Vingadores: Ultimato. O conhecimento que adquiri na universidade me ajuda bastante. Majoritariamente na parte de planejar, projetar e administrar ideias, além da noção de materiais, maquinário, softwares e empresas que podem me auxiliar em projetos futuros”, explica.

