- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Anúncio
Famosos

Alok chora por bombardeios em Israel e desabafa sobre falta de convívio com o pai

O pai do Dj estava no local e se apresentaria momentos antes de o bombardeio começar

Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

Com quase três décadas de atuação, a Folhapress é a agência de notícias do Grupo Folha e compartilha o compromisso da Folha de São Paulo com a produção de um jornalismo crítico, moderno, pluralista e apartidário, assegurando a geração e distribuição de um noticiário ágil, confiável e independente.

Última atualização














|

















Desativado



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro: true
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:



Conhecido como uma pessoa preocupada com causas e bandeiras, o DJ Alok recorreu às redes sociais para fazer um desabafo a respeito da guerra em Israel. O músico se emocionou ao falar do pai, Juarez Petrillo, que estava no local onde se apresentaria momentos antes de o bombardeio começar.

“Meu pai estava no evento, que aconteceu um grande massacre dos terroristas, que matou mais de 260 pessoas lá. Ele estava prestes a se apresentar, quando começou a ter um bombardeio. O evento foi interrompido e a polícia começou a evacuar”, começou.

Segundo o DJ, o pai conseguiu entrar em um carro e sair de lá. “O carro de trás, que estava com conhecidos dele, foi baleado. Meu pai conseguiu se abrigar em um bunker e ficou seguro”, comentou.

Conforme relato de Alok, ele e o pai não têm um convívio próximo. “Eu já saí de casa faz mais de 15 anos. Infelizmente, tenho pouco convívio com meu pai. Meu pai toca, é DJ, então está sempre viajando pelo mundo, eu também. Ele não sabe onde eu estou, também não sei onde ele está. Eu descobri que ele estava lá através da internet”, disse.

A partir desse acontecimento, ele diz, pretende estreitar os laços familiares.

“Eu até queria ter mais convívio com meu pai. Ele está fazendo todo o esforço para voltar para o Brasil. Tudo o que eu quero agora é abraçar, acolher ele. Mas, infelizmente, muitas pessoas não vão poder fazer isso”, comentou, chorando.

O DJ também aproveitou para esclarecer que Petrillo não é o idealizador do festival em Israel, mas que teria sido contratado para estar lá.

“Meu pai é o idealizador de um festival chamado Universo Paralello, que acontece no Brasil há mais de 20 anos. É o maior festival de arte, música e cultura alternativa da América Latina”, explicou.

Assista:








Tabela Video






|

















Desativado



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:
Estilo:














|





















Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.