
“Trabalhava muito, tive taquicardia, sensação de morte. Fiz ioga, aprendi a respirar, tomei Dormonid algumas vezes e passou”, disse a mulher de Luciano Huck.
Angélica recordou ainda o acidente de avião sofrido no Mato Grosso em 2015, ao lado do marido e dos filhos, Joaquim, Benício e Eva, provocado pela instalação de uma peça ao contrário.
“Depois disso, tive flashbacks. Estava em Nova Iorque, na rua, e petrifiquei, não conseguia sair do lugar. Depois tiveram outros episódios de falta de ar, claustrofobia”, enumerou.
“O médico falou para tomar Rivotril, mas estava com tanto pânico que tinha medo até do remédio. Comecei a respirar novamente e daí veio a meditação”, acrescentou. A apresentadora afirmou não se considerar totalmente recuperada do trauma ocorrido há mais de quatro anos.
“Ficou marcado no nosso DNA. Vivemos uma grande dor juntos e isso nos uniu ainda mais. De algum jeito, olhamos a vida de outra forma. O lado positivo foi esse. O negativo, óbvio, foi a gente ficar numa sensação de morte, que a gente vive até hoje”, frisou.
Angélica revelou que não planejava retornar do Mato Grosso de avião. “No voo de ida, fiquei apavorada de um jeito que nunca tinha ficado, chorei. Falei que voltaríamos de carro. Só que aí as crianças, o pai, insistiram para voar e topei – e aprendi a respeitar minha intuição”, apontou.
“São traumas para a vida inteira”, acrescentou a mãe de Benício, vítima de acidente no mar em junho passado.