“Fui um moleque, um imbecil.” Foi assim que MC Gui, 21 anos, resumiu a sua atitude durante um passeio na Disney. Em outubro de 2019, o cantor fez uma brincadeira de mau gosto com a aparência de uma criança em Orlando, nos Estados Unidos.

Durante uma entrevista ao jornalista Leo Dias realizada na tarde de quinta-feira (7), Gui reconheceu o erro e se mostrou arrependido com o que aconteceu. O artista ainda revelou que passou a fazer terapia depois do episódio.
De acordo com o jornal “O Dia”, ele ficou com os olhos marajeados em diversos momentos da entrevista. O bate-papo vai ao ar na segunda-feira (11) no portal UOL.
Ameaças de morte
Após acusações de fazer bullying com uma criança nos Estados Unidos, MC Gui chegou a dizer que ele e sua família estavam sofrendo ameaças de morte. Na época, as informações foram publicadas inicialmente pelo UOL.
O vídeo em que o cantor fazia comentários sobre uma menina na Disney, em Orlando (EUA) repercutiu negativamente na internet e a assessoria do artista disse que ataques eram tanto de anônimos, quanto de famosos.
“MC Gui e toda sua família estão sendo atacados de forma brutal e assustadora por famosos e anônimos, com ameaças de morte de pessoas que querem fazer justiça com as próprias mãos com o cantor e sua família”, afirmava o comunicado, veiculado pelo UOL.
O caso gerou revolta em internautas, que criticaram duramente a postura do cantor, que tem 7,7 milhões de seguidores no Instagram. O assunto se tornou um dos mais comentados no Twitter no mundo.
O músico apagou o conteúdo que expunha a criança e gravou vídeos se desculpando, parcialmente. “Não tive intenção nenhuma de julgar alguém. Sou ser humano, posso ter errado”, declarou. Ao falar sobre os incontáveis comentários negativos que recebeu, afirmou que “não é legal distribuir ódio na internet”. “Peço desculpas a todos envolvidos, mas só Deus sabe do meu coração”, disse.
Diante da repercussão negativa, uma loja que vendia produtos licenciados pelo músico anunciou que não comercializaria mais nada relacionado a ele, por não compactuar com “qualquer tipo de preconceito, principalmente quando se trata de uma criança indefesa.”
