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Não é nada fácil, revela Carol Castro sobre rotina com fibromialgia

Atriz recebeu diagnóstico em 2025, pouco depois da morte do pai

Carol Castro
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

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A atriz Carol Castro, 42, revelou detalhes sobre a rotina com fibromialgia, síndrome crônica marcada por dores musculoesqueléticas generalizadas, e contou que tem enfrentado limitações até para tarefas simples do dia a dia. O diagnóstico veio em 2025, em meio às gravações da novela “Garota do Momento”, pouco depois da morte de seu pai.

Nas redes sociais, ela descreveu o momento como um período de sobrecarga emocional e física. “Não é nada fácil [lidar com as dores]. Tem um remédio para dor crônica que ajuda a diminuir um pouco, mas não trata, é paliativo”, explicou. Segundo a atriz, embora a confirmação médica tenha ocorrido em junho de 2024, os sintomas já a acompanhavam havia mais tempo.

Carol associa o agravamento do quadro a uma soma de fatores. A despedida do pai e a intensidade da personagem que interpretava na novela, Clarice, teriam contribuído para que a doença “fosse ao ápice”. “Acho que juntou muitas situações de vida e de emoção. A crise está rolando”, disse.

A atriz também respondeu a perguntas sobre mudanças no corpo após o início do tratamento. Ela confirmou o ganho de peso e relatou inchaço como efeito colateral da medicação. “Incha bastante o corpo. E não estou conseguindo fazer os exercícios que ajudam muito”, contou.

Carol apontou como contraditória a necessidade de manter atividade física -recomendada para aliviar sintomas e controlar o peso- quando as dores se espalham por cabeça, ombros, joelhos e pés. Em cartaz no teatro e com uma agenda de gravações, ela diz que muitas vezes falta energia até para uma caminhada.

Apesar das dificuldades, a atriz afirma que tenta não interromper a rotina. “Nem sei como faço, só sigo. Tem um lugar de se acostumar com a dor. Acho que normalizei por um tempo e depois você infelizmente se acostuma. Tem que seguir, viver, continuar”, relatou. “É muita força de vontade que nem sei de onde vem. Deus ajuda. E trabalhar com o que amo me alimenta. A arte cura e é especial.”

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