- Vitória, ES 24°C

Vitória 24°C

Anúncio
Famosos

Portuguesa que foi racista com filhos de Gagliasso e Ewbank é condenada

Adélia Barros também deverá pagar uma indenização de 14 mil euros à família

Giovanna Ewbank e os três filhos, Zyan, Bless e Titi
Foto de perfil de Agência Folhapress

Agência Folhapress

Com quase três décadas de atuação, a Folhapress é a agência de notícias do Grupo Folha e compartilha o compromisso da Folha de São Paulo com a produção de um jornalismo crítico, moderno, pluralista e apartidário, assegurando a geração e distribuição de um noticiário ágil, confiável e independente.

Última atualização



A portuguesa Adélia Barros foi condenada por injúria após proferir ofensas racistas contra os filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso em julho de 2022.

Ela foi condenada a oito meses de prisão e cumprirá a pena em liberdade. Segundo o jornal português Público, foi aplicada ao caso uma “pena suspensa”, condição prevista na lei portuguesa que permite que a pessoa cumpra a pena em liberdade desde que não volte a cometer o crime por um determinado período —neste caso, quatro anos.

Adélia também deverá pagar uma indenização de 14 mil euros à família. O valor equivale a R$ 85 mil na cotação desta sexta-feira (15). No processo, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso exigiam uma indenização de 35 mil euros (ou R$ 213 mil). Além disso, a portuguesa foi condenada a pagar 2.500 euros (R$ 15.200) à associação SOS Racismo.

O juiz determinou que ela seja internada para tratar o alcoolismo. Sua defesa afirmou que as ofensas proferidas contra as crianças foram motivadas pelo consumo de bebida alcoólica. “Espero que perceba que estas situações não são aceitáveis e que as expressões são marcantes”, afirmou o juiz segundo o Público.

Adélia foi acusada de injúria e difamação. Ela foi absolvida do crime de difamação porque as ofensas foram proferidas diretamente — o que, segundo a lei portuguesa, caracteriza injúria.

Os advogados de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso comentaram o caso em entrevista ao jornal. “A pena está de acordo com o direito português, que ainda tem algumas limitações nesta matéria, e as condições impostas estão em linha com o que defendemos, tendo também um importante valor simbólico quanto àqueles valores”, disse a equipe jurídica da família. Também procurada pelo jornal, Adélia Barros não quis se pronunciar, e sua defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.