
“Sou de uma época sem Google e sem rede social. Quando abro o Twitter, vejo que tem gente que escreve: ‘Quem é essa Renata Banhara?’. Sou de outro público. Por isso, quis deixar registrado tudo o que passei. É um livro de recomeços. As mulheres me falam que sou exemplo de superação, mas digo que não. Prefiro ser um exemplo de luta. Minha vida é de guerras e batalhas”, afirma ela, aos 44 anos de idade.
Renata conta que muitas das ocorrências de procura por seu nome no Google associam à palavra “morreu”.
“Sou a mulher que mais fui velada em vida. Teve gente que realmente achou que morri”, afirma a modelo, que enfrentou um grave problema de saúde em 2017, quando foi diagnosticada com uma infecção cerebral.
Hoje ativista de causas femininas, a modelo e atriz, que já foi vítima de violência doméstica, decidiu que a verba arrecadada com as vendas dos exemplares de sua biografia será doada ao Instituto Maria da Penha.
Renata afirma que o problema de saúde afetou sua vida amorosa. “Meu casamento escoou pelo ralo e estava doente, mas mantive a fé de que daria a volta por cima. Tenho uma fé muito forte.”
De acordo com a modelo, ainda hoje seu nome é lembrado ao lado de Frank Aguiar, com quem foi casada por um ano e meio no início dos anos 2000. “As pessoas associam muito as nossas imagens. Tivemos um filho juntos. Passados 15 anos, hoje posso dizer que ele é um amigo.”