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Novo filme de “Star Wars” promete emocionar os fãs da saga

A Força chega aos cinemas! Ou uma jornada épica por uma galáxia muito, muito distante. Pela última vez. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” promete ...

Daisy Ridley interpreta a jovem Rey, que deve seguir os conselhos de Luke, iniciando uma nova ordem de cavaleiros com o nome. de seu mentor

Última atualização

A Força chega aos cinemas! Ou uma jornada épica por uma galáxia muito, muito distante. Pela última vez.
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” promete encerrar na quarta-feira a saga Skywalker emocionando uma legião de fãs do universo criado por George Lucas em 1977.

No comando da eletrizante conclusão, o nono capítulo da franquia, está o diretor J.J. Abrams. Mas, afinal, quem é o Skywalker que ascenderá? Quem serão as novas lendas? Haverá novas batalhas?

Uma teoria dos fãs aposta na redenção de Kylo Ren (Adam Driver), abandonando o lado negro da Força e voltando a ser Ben Solo, filho de Han Solo (Harrison Ford) e Leia Skywalker (Carrie Fischer).

Daisy Ridley interpreta a jovem Rey, que deve seguir os conselhos de Luke, iniciando uma nova ordem de cavaleiros com o nome.de seu mentor (Foto: Divulgação)

Outra teoria coloca a jovem Rey (Daisy Ridley) seguindo os conselhos de Luke (Mark Hamill), iniciando uma nova ordem de cavaleiros com o nome de seu mentor. Uma coisa, no entanto, está bem clara. Este será o clímax do conflito entre a Ordem Jedi e os Sith.

Nos vídeos já liberados pela Lucas Films, um grande inimigo está de volta: o Sith mais poderoso de todos os tempos, Palpatine.

Muitos mistérios rondam a produção, orçada em US$ 180 milhões, e os astros pouco puderam revelar em entrevistas.

“Há muita alegria, e o final é comovente. Isso não quer dizer que é totalmente triste. Com certeza comovente, mas acho que as pessoas se sentirão edificadas quando saírem do cinema”, apostou Daisy Ridley.

“Essa trilogia é sobre a nova geração que precisa lidar com toda a dívida que veio de antes”, explicou o diretor J.J. Abrams.

Curiosidades

Febre mundial

Tudo começou em 1977 com a história do agricultor que se tornaria um cavaleiro Jedi, Luke Skywalker. “Star Wars” arrecadou US$ 775,4 milhões em bilheteria mundial e impulsionou a franquia que ainda renderia mais oito filmes e bilhões de dólares de lucro.

Pelo mundo, fãs tomam a saga quase como uma religião. O próprio diretor J. J. Abrams ficou surpreso na semana passada ao entrar na CCXP19, em São Paulo. Antes, durante e depois do encontro, fãs erguiam sabres de luz e choravam copiosamente.

Épico

“Isso é épico”, disse J.J. Abrams enquanto entrava no Auditório Cinemark XD para o painel de Star Wars na CCXP19. Acompanhado do elenco de “A Ascensão Skywalker”, Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega, o diretor foi recebido com aplausos e gritos.

O painel foi marcado por emoção, despedida e amizade, mas trouxe também uma cena inédita de uma das batalhas do próximo capítulo da saga.

Vilão

Sobre o retorno do grande vilão Palpatine, J. J. Abrams falou: “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian (McDiarmid) de volta. Seu personagem tem um poder tão grande. Mal posso esperar para vocês verem a parte de Palpatine, mas há o lado leve também. É uma história de amizade, e pela primeira vez nossos protagonistas estão em uma aventura juntos”.

Fim ou início?

A Disney e a LucasFilm já disseram que podem voltar à franquia, mas que ela não será mais focada na família Skywalker. A história iniciada com Luke, Leia e Han Solo foi retomada já duas vezes: primeiro em 1999, com “A Ameaça Fantasma”, e mais recentemente com “O Despertar da Força”.

“A saga pode continuar? Claro que pode. Mas tem algo corajoso em dizer que é assim que a história deveria ser. Qualquer bom encerramento é, em algum nível, um novo começo”, disse Abrams ao New York Times.

Impressionada

Seis anos e três filmes depois, Daisy Ridley ainda se diz chocada com suas experiências como protagonista da franquia Star Wars.

“Quanto mais penso sobre isso, mais acho tudo uma loucura – passar por coisas assim quando se tem apenas 20 anos. Eu não faltei um único dia por estar doente. Foram sete meses de produção (de Episódio IX: A Ascensão Skywalker), e eu filmei quase todos os dias”.

Se Daisy Ridley voltará à saga, ela não diz. “Agora é a hora do adeus. Eu só quero assistir ao filme. É hilário, o filme nem foi lançado e todo mundo fica me perguntando o que vai acontecer no futuro. Eu não sei!”, disse.
Batalha

Kylo Ren (Adam Driver) está de volta e pode ter sua redenção ou tornar-se de fato o líder do lado sombrio da Força. (Foto: )

Rey e Kylo Ren devem travar ao menos mais um embate raivoso de sabres de luz. Mesmo em cenas de pura ação coreografada, as coisas saíram do controle em alguns momentos. “Eu devo ter atingido o Adam algumas vezes. Uma vez ele acertou meus dedos, mas a gente finalizou a cena mesmo assim. E quando terminamos, meu Deus. Eu até pedi um minuto. Eu achei que tinha quebrado os dedos”, contou a estrela.

Carrie Fischer

“Quando fui convidado para dirigir Episódio IX, Carrie Fisher faleceu. Então, nessa hora eu não estava pensando se seria ou não possível — eu só sabia que seria possível e daríamos um jeito. Só que quanto mais trabalhávamos no filme, mais percebemos que não havia como realizá-lo sem ela”, contou J. J. Abrams em entrevistas.

“É uma personagem muito importante, uma peça crucial do quebra-cabeça. A ideia de concluir a saga dos Skywalker sem Leia era impossível. Algumas pessoas sugeriram escalar outra atriz, que é algo que eu nunca faria. Outros falaram de usarmos computação gráfica para colocá-la de volta, mas eu sabia que não funcionaria de jeito nenhum”, continuou.

“Daí começamos a olhar o material que filmamos e não utilizamos em ‘O Despertar da Força’. E percebemos que tínhamos cenas de verdade ali, e oportunidades reais de realizar as coisas. É claro que não tínhamos ideia do que aconteceria. Mas o fato é que guardamos cenas que, de repente, tinham um propósito, e com significado — não era como se estivéssemos enfiando coisas no filme sem razão. Fomos escrevendo e olhando as cenas que tínhamos. Sim, pareceu quase ‘cósmico’, algo que estava além do que poderíamos imaginar, estranhamente perfeito”, revelou.

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