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Educação

De olho nos talentos dos estudantes

A busca pela especialização normalmente acontece quando o aluno, após a formação, quer se aprofundar em um assunto específico.No entanto, em um mundo ...

O instituto desenvolveu um workshop para trabalhar o autoconhecimento dos estudantes em sala de aula

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O instituto desenvolveu um workshop para trabalhar o autoconhecimento dos estudantes em sala de aula (Foto: Divulgação/ Ipog)A busca pela especialização normalmente acontece quando o aluno, após a formação, quer se aprofundar em um assunto específico.

No entanto, em um mundo 4.0, além de ter conhecimentos teóricos e práticos, o profissional também precisa conhecer a si mesmo.

Pensando nisso, algumas faculdades têm apostado no desenvolvimento do profissional como pessoa, descobrindo os talentos e habilidades dele.

É o caso do Instituto de Pós-graduação e Graduação (Ipog), que desenvolveu um workshop para trabalhar o autoconhecimento dos estudantes.

O Plenitude foi desenvolvido em 2016, em parceria com a Instituição Caminhos. “É um workshop dividido em dois módulos, em uma plataforma específica, em que os estudantes fazem um teste em sala de aula.

A partir disso, o professor entende quais são os talentos e as aptidões dos alunos, e aí, potencializa essas habilidades”, explicou Glaucia Yoshida, coordenadora do curso de Formação de Professores na Era da Complexidade.

Outro posicionamento do Ipog ligado à Educação 4.0 é a utilização do modelo “blended learning”. “É um ensino híbrido, com uma parte presencial e outra on-line. Os alunos têm atividades prévias, que são on-line, presenciais e práticas, no pós-encontro”.

Esse exercício anterior ao encontro pode ser uma pergunta problema, por exemplo, ou textos que devem ser estudados por meio de games. “Com essa tendência, percebo um aluno mais engajado. Além disso, meus alunos professores já saem da sala de aula com ideias para utilizarem com os alunos deles”, contou Glaucia.

Outro destaque do instituto são as metodologias ativas, que utilizam a tecnologia, mas, acima de tudo, estimulam o estudante e o professor a trabalharem em parceria. “O professor é um curador. Ele trabalha muito no planejamento, e os alunos precisam participar efetivamente. Eles não são passivos, são ativos”, pontuou Yoshida.

 (Foto: Jornal A Tribuna)

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