
Essa é a principal característica do espaço maker, um ambiente que as instituições de ensino têm implantado para estimular cada vez mais os estudantes.
O professor e assessor de tecnologias educacionais do Centro Educacional Primeiro Mundo, Ricardo Maia de Toledo, explica que o espaço maker é um ambiente que possibilita ao aluno expressar e concretizar suas ideias. “Com o uso de diversas ferramentas, desde tesouras, alicates, chaves em geral, serrotes, tornos, até impressoras 3D e máquinas de corte (CNC), nosso aluno tem a possibilidade de criar e testar suas hipóteses num ambiente de colaboração.
Além dos estudantes aprenderem a manusear ferramentas para a confecção de seus projetos, exercitam o trabalho em equipe, planejam as ações e etapas dos projetos, testam hipóteses, programam, erram, repensam, despertam o senso de realização. E tudo isso colocando a ‘mão na massa’.
Esse ambiente contribui para que os alunos tenham uma experiência rica de criação.

O espaço maker não é uma disciplina, mas um local aberto para que todos na escola possam desenvolver e concretizar suas ideias.
Como disciplina, o Primeiro Mundo oferece a aula de Tecnologia, que atua diretamente com o pensamento computacional, robótica, inovação, programação e produção de recursos com o uso de diferentes ferramentas.
No mundo de hoje, as pessoas têm acesso mais fácil e mais rápido a qualquer tipo de informação, o que faz com que elas consigam construir “coisas” com grande facilidade. Isso faz parte do movimento maker.
Bolsas de estudo para universidades nos EUA

Estudar fora do País agrega uma bagagem única, especialmente para quem pretende se destacar em meio a tanta competitividade no universo corporativo.
Atentos a essa questão, o Centro Educacional Primeiro Mundo firmou um convênio com duas universidades americanas — na Flórida e no Texas — que concederão bolsas de estudos para alunos da instituição que desejarem estudar fora do País a partir de 2020.
O Primeiro Mundo é escola bilíngue no ensino semi-integral e quadrilíngue (português, inglês, francês e espanhol) no ensino integral. De acordo com a diretora pedagógica, Adriana Selga Borges, o ensino de inglês acontece com nivelamento, ou seja, os alunos são nivelados a partir do 5º ano e podem ser distribuídos em até três níveis, dependendo do conhecimento da língua.
“Certificamos anualmente nossos alunos por meio da parceria com a Universidade de Cambridge e oferecemos High School (duplo diploma, brasileiro e americano) para os alunos concluintes do ensino médio”, explica a diretora.
Site: www.pmundo.com.br
