Durante a semana, a Fórumula 1 divulgou uma nota afirmando que acabaria com a prática de permitir que modelos circulem nos paddocks dos autódromos e entre os carros de corrida antes da largada. A proibição às “grid girls” começaria já em março, no GP da Austrália, que abre a temporada da categoria.
Só que as modelos profissionais não curtiram muito a decisão… Muitas delas usaram as redes sociais para mostrar insatisfação. ” É ridículo que as mulheres que dizem estarem ‘lutando pelos direitos das mulheres’, estão dizendo o que se pode ou não fazer, nos impedindo de realizar um trabalho que nós amamos e temos orgulho de fazer. O politicamente correto elouqueceu”, escreveu Rebecca Cooper.
“Eu amo o meu trabalho. Eu sou respeitada, bem paga e orgulhosa de representar o time para qual trabalho. Não é certo que ninguém, incluindo feministas, julgue nosso trabalho quando estão deixando tantas mulheres sem emprego”, escreveu, desta vez, Lucy Stokes.
A engenheira Leena Gade, campeã pela Audi, também opinou sobre a decisão da F1. “Grid girls representam marcas, patrocinadores e times. Elas têm noção dos produtos e são pagas para captarem potenciais clientes e oportunidades”, disse. “Banir essas mulheres de ganhar dinheiro não é igualdade. Parem de pensar por nós no esporte”, concluiu a engenheira.
