
De cabeça inchada pela perda do título mineiro para o Cruzeiro, no último sábado, e pela derrota de 4 a 1 para o Cerro Porteño, no Paraguai, no último dia 11, que custou a demissão do técnico Levir Culpi, o Atlético/MG vive um drama no Grupo E da Libertadores.
“Vamos levantar o (lado) emocional do grupo. O time não foi campeão mineiro, mas eu gostei da postura da equipe nos dois jogos”, elogiou Rodrigo Santana, que assumiu o comando do Galo após a demissão de Levir Culpi.
A duas rodadas do fim da fase de grupos, o Galo está em terceiro lugar com três pontos, atrás do Nacional/URU, que soma nove, e do Cerro, líder da chave com 12 pontos e já classificado às oitavas de final.
Se quiser se classificar, o Galo precisa vencer os dois jogos restantes – o Nacional hoje e depois o eliminado Zamora, na Venezuela – e torcer para o time uruguaio não pontuar na última rodada, além de tirar a diferença no saldo de gols.
Para o Nacional/URU, basta um empate para avançar às oitavas.
Ainda sem treinador e com o interino Rodrigo Santana, Rogério Ceni aparece como o nome mais cotado para assumir o Galo. Ontem, o técnico do Fortaleza negou qualquer contato com o Atlético/MG.
Enquanto o Galo não acerta com o novo treinador, Rodrigo Santana quebra a cabeça para acertar o time. Hoje, ele terá três desfalques. Além de Réver e Cazares, lesionados, o zagueiro Igor Rabello teve uma torção no joelho esquerdo no último sábado. Assim, a zaga será formada pelos reservas por Leonardo Silva e Maidana.