
Lionel Messi, astro do Barcelona e da seleção argentina, é mais um citado no escândalo de corrupção da Fifa.
Em seu terceiro dia de depoimento, Alejandro Burzaco, o empresário argentino que controlava a Torneos y Competencias, disse ter pago US$ 200 mil (cerca de R$ 655 mil) ao craque por sua participação por amistosos da seleção, o que não é comum.
Não ficou claro se o valor era um cachê.