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“O Mundial Sub-17 é um vestibular”, ensina ex-zagueiro André Cruz

André Cruz é ídolo do Napoli, da Itália, e também tem passagens por grandes equipes como Milan, Flamengo e Sporting. Mas a carreira dele começou a ...

André Cruz, ex-zagueiro da Seleção Brasileira, em evento no Palácio Anchieta para o Mundial Sub-17

Última atualização

André Cruz, ex-zagueiro da Seleção Brasileira, trabalha no Comitê Organizador do Mundial Sub-17 (Foto: Antonio Moreira/AT)André Cruz é ídolo do Napoli, da Itália, e também tem passagens por grandes equipes como Milan, Flamengo e Sporting. Mas a carreira dele começou a ter destaque mundial com a camisa canarinho, nas categorias de base da Seleção Brasileira.

O ex-zagueiro esteve em Vitória nesta quarta-feira (10) para o “Media Day”, evento realizado no Palácio Anchieta para a imprensa que vai cobrir o Mundial Sub-17, que começa no dia 26 de outubro e terá 12 jogos da fase de classificação no estádio Kleber Andrade, além de quatro partidas das fases de mata-mata.

“O Mundial Sub-17 é um vestibular para qualquer atleta”, afirmou André Cruz, que vê a competição como um rito de passagem para os jogadores mais jovens.

Ele disputou a primeira edição da competição, em 1985, na China, e foi terceiro colocado com o Brasil. Depois, André Cruz foi campeão do Pan de 87 e da Copa América de 1989. Ainda fez parte do grupo que foi vice-campeão da Copa de 98, na França. Hoje, aos 51 anos, André Cruz trabalha no Comitê Organizador da Copa do Mundo Sub-17 e no Fifa Legend.

A TRIBUNA — Como foi disputar o Mundial Sub-17?
ANDRÉ CRUZ
— Apesar de eu não lembrar muito, até porque faz muito tempo (risos). Mas é um evento legal, super importante. Também disputei outros Mundiais, no caso o Sub-20, no Chile. Evento muito importante para a molecada. Não vou dizer que está começando porque hoje tem atleta com 17 anos no profissional, mas não deixa de ser um começo. É uma experiência nova.

É um vestibular para os jogadores?
Com certeza, o Mundial Sub-17 é um vestibular para qualquer atleta. Jogar pela Seleção Brasileira é diferente. Quando você coloca aquela camisa amarela não é a mesma coisa, você sabe que está colocando uma camisa que vai representar um País. Apesar de ser sub-17, é uma responsabilidade muito grande.

O que mudou daquele André Cruz no início da carreira para o da Copa do Mundo de 1998?
A Copa do Mundo profissional tem mais pressão. Está o mundo inteiro ligado, ainda mais falando de Seleção Brasileira. Ainda mais hoje, com a tecnologia, tudo ficou gigante e a responsabilidade também aumentou. A gente começa a ver jogadores ganhando realmente muito dinheiro e isso também aumenta a responsabilidade.

Jogando em casa, o Brasil entra como favorito?
Brasil é sempre favorito, tem sempre os melhores jogadores, muitos já estão jogando no profissional e alguns já fora do País. Comparando com todas as outras seleções, o grupo do Brasil é o melhor que tem.

Mundial Sub-17
Jogos no Kleber Andrade

27/10
17h00 — EUA x Senegal
20h00 — Japão x Holanda

28/10
17h00 — Espanha x Argentina
20h00 — Tadjiquistão x Camarões

30/10
17h00 — Holanda x Senegal
20h00 — EUA x Japão

31/10
17h00 — Espanha x Tadjiquistão
20h00 — Camarões x Argentina

02/11
17h00 — Chile x Coreia do Sul
20h00 — Senegal x Japão

03/11
17h00 — Argentina x Tadjiquistão
20h00 — México x Ilhas Salomão

Ingressos: vendas pelo site www.fifa.com/tickets, a partir de R$ 5; e nas bilheterias do estádio Kleber Andrade a partir do dia 23

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