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O que o árbitro de vídeo mudaria nas Copas?

O gol conhecido como “Mão de Deus” foi eternizado por Maradona no dia 22 de junho de 1986, quando a Argentina venceu a Inglaterra, por 2 a 1, e ...

Copa 86 - “La Mano de Dios” Nas quartas de final da Copa de 1986, Maradona fez o eterno gol de mão que classificou a Argentina para a semifinal. No placar final, 2 a 1 sobre a Inglaterra, com dois gols do craque. A Argentina foi campeã, batendo a Alemanha na final.

Última atualização

O gol conhecido como “Mão de Deus” foi eternizado por Maradona no dia 22 de junho de 1986, quando a Argentina venceu a Inglaterra, por 2 a 1, e avançou à semifinal da Copa do Mundo. A história, porém, seria outra caso a tecnologia do sistema de árbitro de vídeo (VAR), que é usada pela primeira vez no Mundial da Rússia, já estivesse disponível.

Segundo levantamento da Fifa, 335 lances foram checados pela equipe do VAR até o fim da primeira fase. Foram 17 revisões, com 14 mudanças e três confirmações pela tecnologia na primeira fase desta Copa. Revisões que poderiam tirar da Argentina o título de 1986 e conquistas de outras seleções, entre elas, o Brasil. No bicampeonato mundial da Seleção, em 1962, por exemplo, Nilton Santos enganou o juiz ao “disfarçar” um pênalti, que acabou não marcado.

Em 1970, na campanha do tri, Pelé deu uma cotovelada no uruguaio Fontes e não foi expulso. No tetra, em 1994, Branco acertou o rosto de Overmars contra a Holanda antes de sofrer a falta que originou o gol da vitória nas quartas de final.

Já no penta, Luizão cavou pênalti na estreia.

(Ilustração: André Felix)

COPA 1986 – “La Mano de Dios” Nas quartas de final da Copa de1986, Maradona fez o eterno golde mão que classificou a Argentina para a semifinal. No placar final, 2 a 1 sobre a Inglaterra, com dois gols do craque. A Argentina foi campeã, batendo a Alemanha na final.

(Ilustração: André Felix)

COPA 1962 – Malandragem dá um tempo. Em 1962, quando o Brasil foi bicampeão, Nilton Santos abusou da malandragem. Cometeu pênalti no atacante espanhol Enrique Collar, mas deu dois passos à frente para fingir
que a falta foi fora da área. O árbitro caiu na dele. O Brasil perdia por 1 a 0 e d epois virou para 2 a 1.

(Ilustração: André Felix)

COPA 1970 – Sem perder a coroa. Pelé acertou uma cotovelada em Dagoberto Fontes, na semifinal entre Brasil e Uruguai. Na corrida pela linha lateral, o Rei do Futebol não perdoou. Porém, o árbitro marcou falta do uruguaio ao ver Pelé caído no chão e ainda deu cartão amarelo para Fontes.

 (Ilustração: André Felix)

COPA 1994 – Falta invertida. O gol de falta marcado pelo lateral Branco deu a vitória por 3 a 2 para o Brasil contra a Holanda pelas quartas de final. Porém, antes de sofrer a falta que ele mesmo bateu, o jogador deu um tapa no rosto de Overmars. Na sequência, foi derrubado por dois adversários, furiosos com a arbitragem.

(Ilustração: André Felix)

COPA DE 2002 – Dobradinha. Na estreia contra a Turquia, Luizão sofreu falta fora, mas caiu dentro da área e o juiz deu p ênalti. O Brasil virou para 2 a 1. Nas oitavas de final, gol anulado da Bélgica quando o jogo estava 0 a 0 por falta que não houve.

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