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Internacional

Após 20 cirurgias, mãe conta como foi a separação de suas gêmeas siamesas

“Elas são realmente dois milagres", contou a mãe das crianças

Hannah Bateson com as filhas gêmeas antes da cirurgia
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Redação Tribuna Online

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As irmãs Annabelle e Isabelle Bateson, da Irlanda do Norte, já passam por 20 cirurgias com apenas um ano de vida. Elas estão entre os poucos gêmeos siameses que passaram com sucesso por uma cirurgia de separação.  “Elas são realmente dois milagres”, diz Hannah Bateson, mãe das meninas em entrevista ao Daily Mail. As informações são da revista Crescer. 

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As bebês nasceram ligadas do peito à pélvis e compartilhavam a bexiga e intestino e tinham uma perna fundida. A cirurgia de separação foi feita em setembro de 2022. Após a separação, cada menina ficou com uma perna.

Depois de passar por um momento turbulento, a mãe comemora a recuperação das pequenas. “Há muitas incógnitas pela frente, mas, por enquanto, estamos felizes por elas estarem vivas, e terem sobrevivido ao nascimento e à cirurgia”.

Hannah disse que engravidou com a ajuda de um tratamento de fertilidade, pois não conseguia conceber naturalmente. Ela engravidou na primeira rodada de tentativa. Na 12ª semana de gestação, ela e o marido Dan descobriram que esperavam bebês siameses.

 







(#1)
Título: Gêmeas siamesas Annabelle e Isabelle Bateson
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Ela e o pai das meninas foram para Londres para que Hannah pudesse ter as filhas com u time de especialistas, no Hospital Universitário da Faculdade de Londres. O casal se lembra bem de como foi a cirurgia de separação, que durou 18 horas.

Porém, após a cirurgia, as meninas ainda tiveram que passar por novas intervenções. “Nos dois meses e meio seguintes, elas passaram por 30 procedimentos, incluindo 20 operações”, a mãe relatou. “Quando as meninas foram separadas, elas tiveram que usar uma bolsa externa para conter alguns de seus órgãos interno”, continuou.

De acordo com Hannar, o pós-cirúrgico foi extremamente difícil. “Estávamos preparados para as consequências da separação, mas foi pior do que pensávamos que seria”, a mãe desabafou. “Houve um dia, talvez uma semana após a cirurgia, quando elas estavam chorando e eu estava correndo de um lado para o outro, e esse foi o primeiro momento que pensei “Oh, meu Deus”, elas estão separadas. Essa percepção demorou um pouco”, disse Hannah.

Dois meses e meio depois, as meninas se recuperaram e tiveram alta, passando o Naal com a família em casa. Nos próximos meses, elas vão ter uma perna protética para ajudá-las na locomoção.

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