
O fato de que a namorada, identificada como Nina, era transgênero foi descoberto pelo médico na cama, antes de ter a primeira relação sexual com a jovem, ao perceber que ela tinha passado por uma cirurgia.
Revoltado, ele estrangulou a namorada, ainda na cama, desmembrou partes do corpo dela e as escondeu pela casa. Uma das partes chegou a ser cozida e assada no forno da casa dela e outras foram levadas à casa dele.
O crime só foi descoberto depois que a mãe da vítima notou o sumiço da filha e denunciou o caso à polícia local.
Preso, o médico negou o canibalismo (ato de comer carne humana), mas admitiu ter cozinhado parte do corpo. Ele disse que fez isso para secar a carne e evitar mau cheiro, o que chamaria a atenção da vizinhança.
O médico pode ser condenado a 20 anos de prisão por assassinato e mutilação de cadáver.