
A votação da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) segue tramitando na Câmara dos Deputados. Entretanto, o encaminhamento de voto das lideranças de dois partidos aliados ao Governo causaram revolta no plenário.
O primeiro encaminhamento foi do PSDB, partido que possui quatro ministério no Governo Federal e que orientou o relatório paralelo na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (que está sendo analisado no plenário), que recomenda a rejeição da denúncia contra o presidente da República.

Diante do impasse na bancada tucana, o líder do PSDB Ricardo Tripoli (SP) anunciou que a recomendação para que os deputados votem não ao relatório criado pelo próprio partido. Em sua fala, Tripoli fez um balanço de toda a crise política, destacou que o partido segue “apoiando o governo nas questões que interessam ao país”, mas que, apesar de não fechar questão (determinar uma orientação de voto aos deputados), a recomendação era do voto não.
A recomendação causou revolta no plenário. Deputados aliados ao Governo gritaram que o PSDB deveria entregar os ministérios.
O PPS, outro partido que apoia o Governo Temer, também anunciou em plenário o voto “Não”, contra o relatório e contra o presidente.
Votação
A votação da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, segue sendo analisada no plenário da Câmara dos Deputados. A votação pode acontecer a qualquer momento (acompanhe a transmissão da sessão AQUI).
Weslei Radavelli