
Assaltos frequentes têm assaltado moradores e visitante da Prainha de Vila Velha. Quem vai ao convento e precisa estacionar no bairro reclama da insegurança.
“Vila Velha se tornou uma cidade insuportável para viver, passear e andar no calçadão e praia, de tantos assaltos que acontece a quase toda hora. Para completar a sequência de insegurança, agora não se pode nem mais visitar o Convento da Penha e utilizar os estacionamentos da Prainha e ruas próximas, para que se possa cumprir as nossas promessas a Nossa Senhora da Penha”, diz o industriário Oswaldir Bitencourt, que mora em Jardim da Penha, Vitória.
Ele mandou a reclamação para a coluna “Qual é a Bronca?” do jornal A Tribuna e disse ainda que a polícia sempre alega que faz policiamento 24 horas, mas essa afirmação não convence mais a ninguém. “Se ficarmos lá o dia inteiro, não veremos nenhum policial”.
Procurada pela coluna, a Polícia Militar (PM) informou que haverá um incremento no número de abordagens realizadas na região e que também serão desenvolvidas ações de policiamento diferenciadas no bairro.
Segundo a PM, atualmente a Prainha conta com viaturas que fazem o policiamento 24 horas, bicicletas, motopatrulhas, além das guarnições do projeto Patrulha da Comunidade que reforça as ações em horários estratégicos.
A PM também conta com o apoio da Guarda Municipal de Vila Velha no combate ao crime, e é sempre importante que a comunidade colabore o trabalho da polícia denunciando ações criminosas por meio do Disque-Denúncia (181) ou (190).
A Guarda Municipal de Vila Velha, por sua vez, informou que tem atuado na região com o patrulhamento com bicicletas e viaturas. Disse também que o local conta com vigilância 24 horas de uma câmera de videomonitoramento. A Guarda ainda orienta que, ao flagrar esse tipo de ocorrência em andamento, o morador denuncie.
Diante dessas respostas, Oswaldir disse esperar que a polícia melhore as ações na região porque o número de assaltos tem assustado muito.
Você também tem uma reclamação para fazer? Entre em contato com a coluna “Qual é a Bronca?” pelo e-mail [email protected], pelo telefone(27) 3331-9161 ou pelo WhatsApp, no número (27) 99891-4119. É importante informar seu nome e telefone ao registrar uma reclamação.