
Acompanhando o estado de saúde da estudante de Engenharia Civil Mayara Azevedo Paganini, 26 anos, – que corre o risco de perder parte da visão do olho direito –, a irmã dela, a cabeleireira Thiara Paganini, 30, contou que o dia a dia não tem sido fácil: “Colocaram minha irmã como a pior das criminosas. Mas o que aconteceu foi uma fatalidade”.
Ela está internada no Hospital Meridional, em Cariacica, e aguarda avaliação médica para saber se vai operar a face, que possui fraturas.

No domingo, 10, Mayara sofreu um acidente ao cair com o carro da ponte do Rio Jucu, em Vila Velha, na BR-101, após voltar de baile funk de luxo em Guarapari.
Estavam no carro o noivo dela, Thiago Lazarini Sabino, de 25 anos – com quem ela morava há quatro anos e considerado como marido pela família de Mayara–, o jovem Luiz Henrique Vieira de Souza, 19, e Hyohan Lucas de Freitas Nunes, 19, que morreram. Também estava a prima dela, a vendedora Juliana Silveira Vieira, 19, que foi socorrida e está em coma.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Mayara admitiu que bebeu, mas não foi autuada por embriaguez. Ela foi autuada por triplo homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e lesão corporal culposa. Chegou a ser presa e foi liberada após pagar fiança de R$ 15 mil.
A TRIBUNA – Como está a Mayara atualmente?
THIARA PAGANINI – Está desinchando, mas com muitos hematomas e dores. Do lado emocional, ela sente muito tudo o que aconteceu. A família toda está de
Reportagem por Tais de Hollanda
A íntegra da reportagem está no Jornal A Tribuna desta quinta