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Empresário que morreu em tragédia ia buscar o filho

Jadson tinha prometido pescar com o filho, de 6 anos, nesta quinta (12). Foto: Reprodução/Facebook Após uma peregrinação em hospitais durante toda a ...

Empresário que morreu em tragédia ia buscar o filho
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Jadson Aguiar de Siqueira Jadson tinha prometido pescar com o filho, de 6 anos, nesta quinta (12). Foto: Reprodução/Facebook

Após uma peregrinação em hospitais durante toda a tarde dessa quarta-feira (11) na tentativa de encontrar o empresário da área de informática Jadson Aguiar de Siqueira, 34, entre os feridos, durante a noite, a esperança deu lugar à tristeza. Foi confirmado que Jadson era uma das vítimas carbonizadas no acidente em Viana.

Segundo amigos, ele tinha prometido ao filho, de 6 anos, que nesta quinta (12) ia levá-lo para pescar.

A família de Jadson esteve nessa quarta no Departamento Médico Legal (DML) para buscar informações sobre a identificação dos corpos.

Um primo dele, o comerciante Rogério Lube, 49, disse que a família de Jadson havia percorrido vários hospitais. Enquanto falava com a reportagem, ele recebeu uma ligação do pai de Jadson, confirmando a morte.

Logo após o acidente, familiares que moram na região chegaram desesperados em busca de informações. Eles sabiam que o carro de Jadson, um Prisma, estava entre os envolvidos e queimados, mas ainda não tinham a confirmação de que havia um corpo no veículo.

O técnico de informática Saulo Henrique Siqueira, de 26 anos, estava no local em busca de informações sobre o primo. “Vimos uma fumaça muito grande e viemos correndo para saber. Quando chegamos, nos deparamos com essa tragédia. Tentei contato com ele desde o momento que chegamos aqui (local do acidente), mas nada. Ligamos para os clientes dele e ninguém o viu.”

Só quando as equipes viraram o carro para cima é que conseguiram confirmar que tinha uma pessoa carbonizada dentro.

O pastor e amigo da família Renato Metzke também esteve no local do acidente.

“Ele estava indo buscar o filho, de 6 anos, na casa dos avós para levar para a escola. Era um caminho que fazia sempre. Uma pessoa do bem, caseira e que vivia para a família. O filho dele chegou a falar que tinha prometido ao pai que iria dormir cedo para pescar.”

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