
O Procon Estadual recebeu, neste ano, uma queixa inusitada. Um consumidor de 67 anos registrou uma reclamação sobre um medicamento para impotência sexual que não estava produzindo o efeito esperado.
“O senhor explicou que já utilizava o mesmo remédio há algum tempo e que o Viagra não estava funcionando”, disse a diretora-presidente do Procon Estadual, Denize Izaita. Ela contou que o consumidor garantiu que o produto havia sido adquirido em uma farmácia e que tinha prescrição médica.
Mas mesmo que as alegações sobre o medicamento sejam um tanto quanto diferentes do cotidiano dos órgãos de defesa do consumidor, a assessora jurídica do Procon Municipal de Cariacica, Lea Sandra Vieira, explicou que, independentemente de qualquer coisa, a empresa deve cumprir com o que é ofertado pelo produto ou serviço.
“Neste caso, o medicamento tem que cumprir o objetivo proposto sim. Caso contrário, cabe ao consumidor solicitar uma indenização material”, disse Lea.
Orientação
Apesar da situação inusitada, a diretora-presidente do Procon Estadual ressaltou a importância de os consumidores buscarem a orientação do órgão em casos de dúvidas quanto a produtos e serviços.
“O Procon é o primeiro nome lembrado pelas pessoas para buscarem soluções para diversos problemas. Por isso, nós orientamos os consumidores para que o fato não se repita e para que não consumam produtos sem conhecer a procedência”, explicou Denize Izaita.
Reportagem: Thaíssa Dilly