
A moeda virtual Bitcoin bateu um novo recorde. Nessa quarta-feira (1º), a criptmoeda bateu o recorde e chegou a ser negociada a US$ 6.450 (cerca de R$ 21 mil). O novo valor representa uma alta superior a 100% em relação a quanto a bitcoin custava em setembro.
De acordo com analistas do mercado, a nova alta é uma resposta ao anúncio de que o CME Group passaria a oferecer opções para negociações em bitcoin. Como o CME é o maior operador de derivativos do mundo, a notícia animou os apoiadores da moeda, que é rejeitada em algumas partes do mundo, como o Vietnã e China.
Na China, autoridades locais restringiram grandes transações em bitcoin e proibiram a captação de investimento empresarial por meio da moeda virtual. Coreia do Sul e Rússia também já sinalizaram que farão algo nesse sentido, e um dos maiores bancos de investimentos do mundo classificou a moeda recentemente como uma fraude que serve aos interesses de criminosos.
Porque a Bitcoin?
A bitcoin é uma moeda virtual que permite maior confidencialidade. Negociada pela internet, a moeda é convertida de acordo com o mercado local e é utilizada para transações internacionais como uma “moeda internacional”.
Bitcoins opera com um nível de transparência que muitas pessoas não estão acostumadas. Todas as transações são públicas, rastreáveis e armazenadas permanentemente na rede Bitcoin. Os endereços Bitcoin é a única informação usada para definir onde os bitcoins serão alocados e aonde serão enviados. Estes endereços são criados privadamente pelas carteiras de cada usuário”, diz o site da moeda.
Em recentes ataques virtuais, os hackers exigiram os pagamentos de “resgate” por meio da moeda virtual.
Weslei Radavelli, com informações de agências