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Moradores de Jardim da Penha vão discutir “assaltômetro” no bairro

Avenida Anísio Fernandes Coelho, em Jardim da Penha - Foto: Jéssica Cardoso Por conta dos constantes as saltos, o presidente da Associação de ...

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Avenida Anísio Fernandes Coelho, em Jardim da Penha - Foto: Jéssica Cardoso Avenida Anísio Fernandes Coelho, em Jardim da Penha – Foto: Jéssica Cardoso

Por conta dos constantes as saltos, o presidente da Associação de Moradores de Jardim da Penha (Amjap), Fabrício Pancotto, contou que pensa em levar para a próxima reunião da comunidade com a Guarda Municipal a discussão sobre a instalação de um “assaltômetro” no bairro como forma de protestar contra a insegurança no local.

Segundo ele, a reunião ainda não tem data definida, porém a expectativa é que aconteça este mês. Recentemente, moradores de Jardim Camburi, também em Vitória, revoltados com a violência no bairro, informaram que pretendiam instalar uma placa para computar a quantidade de crimes assaltos na região.

“A gente achou a ideia fantástica do ‘assaltômetro’. É o que nos resta nesse momento como protesto.Vamos debater isso na reunião com os moradores e Guarda Municipal este mês”, disse Pancotto. Segundo ele, a insegurança é o maior problema do bairro. “Já tivemos carro branco, carro preto, Kombi branca, que assaltavam moradores nos pontos de ônibus do bairro”, revelou ele.

Pancotto reclamou que a Patrulha da Comunidade foi retirada do bairro e que não há mais a participação da Polícia Militar nas reuniões da comunidade. “Nós tínhamos a Patrulha da Comunidade, que tinha uma reunião mensal entre os policiais e os moradores, mas isso acabou. Não temos mais a Patrulha da Comunidade nem as reuniões com a polícia.

Nos primeiros meses deste ano houve reunião, mas, no segundo semestre, não mais”, lamentou.O presidente da Amjap informou que a rua do Canal e do viaduto, perto da Ponte da Passagem, são locais com bastantes assaltos, além das ruas no entorno da rua da Lama e da orla de Camburi à noite.

Pancotto criticou o fato de haver militares cedidos aos Poderes Estaduais, enquanto que o efetivo nos bairros é pequeno. “A situação é de abandono. Um bairro de 40 mil habitantes abandonado”, criticou.

 

Leia a íntegra da reportagem de Leone Oliveira e Jéssica Cardoso na edição de domingo (13) do Jornal A Tribuna.

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