
Para José Lino Sepulcri, presidente da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES), os números ruins estão ficando para trás. “Sabemos que ainda existem muitos capixabas desempregados, mas já é possível perceber uma melhora ao longo do ano”, disse.
A soma dos salários de toda a população empregada no Estado, que é a massa de rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas (incluindo todos os trabalhos), ficou em R$ 3.496 milhões, 2,1% a mais em relação ao trimestre anterior.