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Mulher trans é morta em casa de acolhimento no Cabo de Santo Agostinho

A vítima de 22 anos foi morta por um homem que também era acolhido no local

Local é centro de referência para usuário de drogas
Foto de perfil de Edilson Vieira

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

Última atualização



Uma mulher trans de 22 anos foi morta a facadas enquanto dormia no Centro de Acolhimento e Apoio do Cabo de Santo Agostinho, no bairro de Jardim Santo Inacio, no Grande Recife. O caso aconteceu na noite da quarta-feira (25) e chamou a atenção porque o agressor foi um homem que também estava acolhido pela instituição.

O suspeito do crime não teve a identidade revelada. Ele fugiu do local antes da polícia chegar. Não há informações sobre a motivação do crime. A Polícia Civil de Pernambuco informou que o caso será investigado pela Delegacia de Polícia de Homicídios de Cabo de Santo Agostinho.

O Centro de Acolhimento e Apoio do Cabo de Santo Agostinho faz parte do Programa Atitude, gerido pela Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS). O programa proporciona atendimento aos usuários de crack, álcool e outras drogas, com grande exposição à violência. 

Em nota dirigida a TV Tribuna, a SAS iformou que a equipe do centro de acolhimento e apoio para pessoas que fazem uso de drogas e estão em situação de vulnerabilidade social, no Cabo de Santo Agostinho, acionou nesta quarta-feira, 25, o Samu e a Polícia para prestar socorro a uma mulher trans, de 22 anos, que foi esfaqueada dentro da unidade.

A vítima teve óbito constatado no local e o suspeito, também acolhido no centro, ameaçou a equipe e conseguiu fugir antes da chegada das forças policiais.

“A secretaria lamenta profundamente o ocorrido e esclarece que está prestando apoio à família da acolhida, bem como a equipe que segue no propósito de acolher as pessoas atendidas na unidade”, diz a nota.

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