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Plenário

As chapas mais competitivas do Estado à Câmara Federal

Partidos que mais têm chance de eleger maior quantidade de deputado federal

As chapas mais competitivas do Estado à Câmara Federal
- Sede da Câmara dos Deputados
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Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.

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A eleição de deputados federais costuma ser uma das principais prioridades dos partidos, já que o tamanho da bancada na Câmara Federal influencia diretamente sua força política.

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Quanto mais deputados a legenda elege, maior tende a ser sua participação na distribuição do fundo partidário e do fundo eleitoral, além de ampliar seu peso nas negociações políticas, na ocupação de comissões e na definição da pauta legislativa.

Pensando nisso, há partidos/federações que conseguiram montar um grupo robusto e competitivo. Os membros mais entusiasmados dessas agremiações, inclusive, afirmam que elas podem eleger até três deputados federais.

Por outro lado, outras legendas, embora tenham força nacional, com bancadas grandes e boa exposição no Congresso, não reverteram a influência de Brasília em boas chapas no Espírito Santo, seja por falta de nomes competitivos — algo que foi bastante destacado por lideranças partidárias nos últimos meses —, ou por costuras políticas que aconteceram no Estado.

Alguns dos partidos

Considerando a força política das chapas que foram apresentadas, o mercado político tem apontado que as mais competitivas são da federação União-Progressista, Podemos, PSB, PL e PT. Não necessariamente nesta ordem, mas são os grupos que apresentaram os nomes mais equilibrados para a disputa.

Leia Mais: PL na mesa para indicar vice de Lorenzo Pazolini

Cabe destacar que um partido/federação precisa de em torno de 180 mil votos válidos para eleger um deputado federal, sem contar as sobras eleitorais.

Como vai funcionar?

A disputa para federal é definida pelo sistema proporcional, no qual os votos são contabilizados para o partido ou federação antes da definição dos eleitos. Na prática, significa que o desempenho coletivo da chapa é tão importante quanto a votação individual.

Assim, um candidato muito votado pode não ser eleito caso sua legenda não alcance votos suficientes, enquanto outro, com votação menor, pode garantir uma vaga por integrar uma chapa com melhor desempenho.

Vão ter que suar…

O mercado político também tem apontado que o Republicanos pode enfrentar dificuldades para eleger um deputado federal. Embora Soraya Manato tenha saído e seu marido, Carlos Manato, entrado em seu lugar, há o imbróglio envolvendo a vice de Pazolini.

Caso um membro da chapa como Erick Musso seja escolhido — o que não é impossível —, o partido pode sofrer sérios problemas. Neste caso, há quem diga que podem “subir” Pablo Muribeca.

Quem decepcionou

Embora seja um partido grande em nível nacional, o PSD não montou uma chapa competitiva para deputado federal, apesar de ter um candidato a Senado considerado competitivo: Sergio Meneguelli.

Foram escolhidos seis nomes para disputar à Câmara. Além dos acordos políticos, algo que prejudicou, segundo a coluna apurou, foi a falta de ativos à disposição.

O PSDB também não desempenhou bem e não conseguiu sequer montar a chapa de federal.

Democrata também na disputa pela vice

O Democrata, outro partido da coligação encabeçada pelo Republicanos, também busca galgar o posto de vice na chapa de Pazolini. A legenda indicou três mulheres: a advogada Elizete Fassarella; a líder comunitária de Goiabeiras, Helida Regina Loreto; e a contadora Graça Fortes.

O presidente da sigla, Tenório Merlo, informou que o partido trabalha com a preferência por uma vice mulher e afirmou que qualquer uma das três atende aos critérios.

O Democrata, cabe lembrar, foi uma das primeiras siglas que declarou apoio a Pazolini.

Segue com o mandato

O vereador de Vila Velha Anadelso (PSDB) permanece como parlamentar após decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), que afastou, em 1ª instância, o risco de perda de mandato em razão da troca de partido.

Ele deixou o Podemos em abril para se filiar aos tucanos, mesmo sem a abertura da janela partidária para vereadores.

O Podemos, sua antiga sigla, pode recorrer da decisão.

Não estão satisfeitos…

O PL é um dos partidos que mais leva a sério questões relacionadas à fidelidade partidária.

A ausência do vereador de Vila Velha Patrick da Guarda na convenção bolsonarista, mas a presença dele na reunião do Avante, não agradou a sigla.

Uma semana pra começar!

As campanhas políticas começam, oficialmente, a partir do dia 16 de agosto. Ou seja, essa é a última semana para a apresentação de vices em chapas e também de suplentes ao Senado.

Jingles e adesivos já estão sendo divulgados por aí…

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