
Os advogados dos acusados de participarem do assassinato da médica Milena Gottardi já preparam estratégias de defesa. Serão alegadas inocência, colaboração com a Justiça e participação mínima para tentar a absolvição ou redução de pena dos acusados.
O advogado Leonardo da Rocha de Souza, que atua na defesa de Dionathas Alves Vieira (apontado como executor), afirmou que vai tentar redução da pena. “Vamos trabalhar com a colaboração buscando no final a redução da pena nos termos da lei”, disse Rocha.
Já no caso de Bruno Rodrigues Broetto (acusado de conseguir a moto para o crime), que também é defendido por Rocha, a linha de defesa será a de inocência. “No caso do Bruno a linha de defesa será a negativa de autoria. Ele afirma que apenas intermediou a transferência da moto usada no crime de um amigo dele para o Dionathas. Ele tinha ciência de que a moto era furtada, mas não foi ele quem furtou. Se ficar provado que ele teve participação, ele vai pagar”, disse.
O advogado afirmou ainda que pretende fazer um pedido de revogação da prisão temporária do Bruno na próxima semana.
Carlos Eduardo Lyrio, advogado de Valcir da Silva Dias (acusado de intermediação), disse que a defesa será de participação mínima. “Foi uma participação não efetiva. Espero conseguir a redução da pena e possível absolvição, caso ele vá a júri popular”.
O advogado David Passos, que defende Hermenegildo Palauro Filho (acusado de intermediar o crime) vai tentar provar que seu cliente não sabia do assassinato, mesmo estando no local do crime. Hiran Luis da Silva, que defende Esperidião Frasson (sogro de Milena), e Luíza Nunes Lima, advogada de Hilário Frasson (acusado, junto com o pai de mandar matar a mulher), só devem decidir o que farão após total acesso ao inquérito.
A reportagem completa você lê na edição desta sexta-feira (29) do jornal A Tribuna.
Reportagem: Simony Giuberti