
Os motoqueiros conseguiram fugir e não foram localizado e presos pela polícia.
De acordo com informações de investigadores do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu por volta de 18h30.
O nome da rua não foi revelado. Joelson estava trabalhando como ajudante de pedreiro com o sogro e, assim que terminaram o expediente do dia, seguiram de carro para casa.
Porém, durante o trajeto, o adolescente viu o pai e a irmã em uma lanchonete e resolveu parar.
Testemunhas afirmaram que os três estavam comprando lanches para levar para casa, quando o pai do adolescente resolveu manobrar o carro na rua. Joelson e a irmã ficaram na lanchonete aguardando e nesse momento os bandidos chegaram.
Os criminosos pararam na frente dos dois irmãos e ordenaram que ninguém se mexesse. A garota de 13 anos, no entanto, correu com medo. Os bandidos então atiraram diversas vezes contra o adolescente. Ele foi atingido com dois tiros na virilha, um no rosto, dois no pescoço, um no ombro, um na perna direita e um na perna esquerda.
“O pai que tinha ido manobrar o carro acabou ouvindo os tiros e vendo a cena, sem poder fazer nada. A irmã dele viu parte da ação também e falou que os bandidos só não atiraram nela porque ela correu. Ela acha que se tivesse ficado, estaria morta agora. É muito triste”, afirmou um familiar da vítima, que pediu para não se identificar.
O pai de Joelson o colocou dentro do carro e o levou para o Pronto-Atendimento (PA) de Alto Lage.
“Tentaram reanimar ele por cerca de 30 minutos, mas, infelizmente ele não resistiu. A família não faz ideia do que aconteceu. Ele tinha contado para o sogro que estava sendo ameaçado, mas não sabemos o motivo”, destacou uma dona de casa, de 33 anos, cunhada do adolescente morto.
Segundo os investigadores da DHPP, a vítima não possuía passagens pela polícia. “Ele não usava drogas, era um menino que não tinha vícios. Estava trabalhando e ajudando em casa”, ressaltou a cunhada.