
Uma das linhas de investigação é que o crime pode ter sido premeditado. A empresária teve o rosto desfigurado, após ser agredida por quase quatro horas.
Um dos elementos analisados pela polícia foi a identificação de Vinícius ao chegar no condomínio da empresária. Ao se apresentar no prédio, o acusado deu o nome de “Felipe”. Como o porteiro já havia sido avisado de que a empresária aguardava alguém, ele registrou o nome “Felipe” na portaria e concedeu acesso ao prédio.
“É inconcebível a gente acreditar que uma pessoa que vá ter um surto já entre de forma premeditada com um outro nome, no apartamento dessa moça. Essa pessoa que alega ter tido um surto psicótico já agrediu um irmão deficiente, já existe um registro de 2016, já agrediu o pai. Então seriam tantos surtos assim?”, questionou a delegada Adriana Belém, que acompanha o caso.
Vinícius Serra teve prisão temporária convertida em preventiva e aguarda o andamento do processo. Já a empresária segue internada no hospital.
