
Os turistas passaram a tarde na praia e por volta das 16 horas, foram até a avenida Antônio Gil Veloso, onde o carro, um Fiat Uno preto, estava estacionado mas não o encontraram no local.
“O problema é que o carro não estava mais lá. Até pensei que pudesse ter colocado em outro local, mas rodei tudo e não achei”, lamentou o pintor imobiliário Everaldo Rodrigues, de 37 anos.
A família acionou uma viatura da Polícia Militar para auxiliar nas buscas, e precisou de ajuda da família para ir até a delegacia, pois estavam sem dinheiro para se deslocarem já que, usariam o carro para isso.
A intenção da viagem era um “bate-volta”. A técnica de enfermagem Ana Maria Marques da Silva, de 39 anos, tinha vindo para o Estado buscar os filhos, que estavam na casa de parentes desde o Natal.
“Saímos de madrugada de Manhuaçu e chegamos aqui por volta das 8h30. Aproveitamos que o sol estava quente e fomos curtir a praia”, lembrou.
Depois de registrarem a ocorrência, o casal solicitou autorização para acesso às câmeras de monitoramento dos prédios que ficam na avenida.
Com o furto, o casal teve muito mais prejuízo do que só o carro. “Perdi um dia de trabalho. Meu marido, que é autônomo, também. Agora, estamos esperando que um cliente dele deposite o dinheiro para podermos voltar para casa de ônibus”, desabafou Ana Maria.
Acostumados a virem ao Estado, a família está traumatizada. “Pretendo voltar ao Espírito Santo no futuro, mas, de carro, nunca mais”, afirmou a técnica de enfermagem.