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Polícia

Capixaba com cocaína no estômago não quis ser levada para hospital

A capixaba Deyse de Souza Ricarte, de 28 anos, que morreu na última terça-feira, dentro de um quarto de hotel em Lisboa, Portugal, após transportar ...

Última atualização

Foto: Acervo pessoalA capixaba Deyse de Souza Ricarte, de 28 anos, que morreu na última terça-feira, dentro de um quarto de hotel em Lisboa, Portugal, após transportar drogas no estômago, não quis ser levada para o hospital.

A informação foi confirmada na tarde de ontem por uma das funcionárias do Hotel São Pedro, situado na cidade portuguesa, onde ela estava hospedada.

A causa da morte, confirmada pela polícia judiciária de Lisboa a amigos da jovem, foi overdose de cocaína, intoxicação aguda. “Uma das embalagens arrebentou dentro organismo”, diz o comunicado.

Também foi informado que, caso algum familiar ou representante legal for a Portugal, a polícia irá entregar pertences pessoais e uma quantia em dinheiro encontrados com Deyse.

O caso da morte da capixaba foi divulgado com exclusividade na edição de ontem de A Tribuna, que ontem conversou com a funcionária do hotel onde Deyse morreu.

De acordo com ela, que preferiu não se identificar, Deyse chegou desacompanhada no hotel por volta das 7 horas de segunda-feira e, na manhã do dia seguinte, começou a reclamar a funcionários de dores no estômago e na cabeça.

“Perguntamos se ela queria ir ao hospital, mas ela se recusou”, disse a funcionária, que trabalha como recepcionista do hotel.

Ela revelou que, horas depois de ter relatado a dor, um amigo da jovem entrou em contato com a recepção do hotel pedindo para que Deyse fosse socorrida, pois estava passando mal.

“Ligou alguém do Brasil e pediu para irmos até o quarto. Um funcionário se dirigiu até o quarto e, como ela não atendia aos chamados, ele empurrou a porta e se deparou com ela desacordada”.

O hotel chegou a acionar socorro, entretanto, ela já estava morta. “Não pudemos fazer mais nada”, contou a recepcionista.

A polícia portuguesa também foi acionada. “O inspetor da polícia que esteve aqui, disse que ela havia morrido por ingerir drogas. Ele deixou o telefone de contato e pediu para que passássemos o número para os familiares e amigos”.

Leia a reportagem completa no Jornal A Tribuna deste sábado (14).

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