
A polícia explicou que o suspeito, 44 anos, disse que é cadeirante e pediu para que Luiza Barbosa Pereira, 20, e Renan da Silva Pereira Abade, 19, fossem até a casa dele fazer as tatuagens, que custam aproximadamente R$ 5 mil. As informações são do portal G1.
Durante depoimento, o falso cadeirante contou para a polícia que solicitou um carro de aplicativo para as vítimas após o serviço. Ele afirmou que iria buscar o dinheiro na casa de um amigo e, no caminho, teria matado o casal e ainda baleado o motorista.
“Ele atirou para não pagar a tatuagem, ele já parecia ter tudo esquematizado. Fazer a tatuagem e matar para não pagar”, revelou um parente das vítimas para o G1.
O delegado responsável pela investigação, Filip Poyes, explicou que outros tatuadores ouvidos relataram ter recebido o mesmo pedido, mas se negaram a ir até a casa do suspeito.
Ainda de acordo com o portal, o homem foi preso na segunda (22) e transferido na terça (23) para um presídio em Campos dos Goytacazes, também no Rio de Janeiro.