
Ela disse que ficou sabendo do que tinha acontecido após o sogro da filha contar que a mãe, 20, e o padrasto, 26, brincavam com a menina quando ela teria ficado tonta e passado mal. “Eu não acreditei”, disse a avó.
Um vizinho ajudou no socorro e a criança deu entrada na unidade às 3 horas. A polícia afirma que a menina estava morta há mais tempo, pois apresentava sinais de rigidez, e também tinha lesões. Uma médica constatou ainda que ela estava desnutrida.
Carla disse que morava com a filha e a menina. Porém, a jovem começou o relacionamento e foi morar com o namorado. “Eu buscava minha neta nos fins de semana. Uma vez, vi dois roxos na perna dela e discuti com minha filha. Ela parou de falar comigo”, explicou.
O casal está junto há dois anos, de acordo com a avó.
A mãe da criança e o padrasto disseram para a Polícia Militar que eles estavam brincando com a menina quando ela teria começado a apresentar espasmos.
Por meio de nota, a Polícia Militar informou que “foi acionada na madrugada desta quinta-feira (01) para seguir até a UPA de Carapina, na Serra, onde um mãe teria levado a filha de três anos para atendimento médico, alegando que a menina teria falecido há cerca de quinze minutos. Porém, foi constatado pela equipe médica que a criança apresentava sinais cadevérico, como rigidez, indicando que o fato teria acontecido a mais tempo, além de apresentar lesões graves pelo corpo e muitas escoriações. A mãe e o padrasto da criança foram encaminhados à Delegacia Regional da Serra”.