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Cariacica

Funcionário desvia R$ 200 mil por vício em jogos, se arrepende e vai à polícia

Jovem de 26 anos disse que o desvio foi motivado por seu vício incontrolável em jogos de azar, na internet

Funcionário desvia R$ 200 mil por vício em jogos, se arrepende e vai à polícia
- Funcionário contou que fez o desvio, há aproximadamente 30 dias
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Fernanda Coutinho

Fernanda Coutinho é jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2007, e tem aproximadamente 20 anos de experiência na profissão. É repórter multimídia das editorias de Cidades e Polícia do Jornal A Tribuna, com reportagens também publicadas no portal Tribuna On-line. Escreve reportagens especiais semanais para a editoria de Polícia do Jornal A Tribuna. Tem experiências com apresentações de podcasts e videocasts, além da participação ao vivo em telejornais da TV Tribuna, em colaboração com apresentadores, em casos de repercussão. Na função de redatora, atuou por 9 anos em editorias como Polícia, Cidades, Economia e Política do jornal impresso.

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Ao contrário do que costuma acontecer, quando a polícia prende suspeitos de furtos, roubos e outros crimes, um jovem de 26 anos procurou a delegacia para confessar que desviou R$ 200 mil de seu local de trabalho. Ele afirmou que se arrependeu e que o desvio foi motivado por seu vício incontrolável em jogos de azar, na internet.

O jovem foi até a 4ª Delegacia Regional de Cariacica e se apresentou espontâneamente, na terça-feira (3). Ele declarou que trabalha em uma associação, em Viana. Ele atua no cargo de coordenador de assistência 24 horas.

O funcionário contou que fez o desvio, há aproximadamente 30 dias. Ele afirmou que tem o desejo de devolver o dinheiro, dentro de suas possibilidades. Ele solicitou o registro do boletim de ocorrência.

Procurada, a Polícia Civil informou que o homem, de 26 anos, compareceu na manhã de terça-feira (03) na Delegacia Regional de Cariacica, onde foi ouvido e liberado, já que a autoridade policial da Central de TeleFlagrante não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento. O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil.

Por meio de nota, a empresa em que o rapaz trabalhava disse que, ao tomar conhecimento da situação, adotou as medidas administrativas cabíveis e destacou que mantém “políticas rigorosas de compliance, controles internos e processos de auditoria voltados à prevenção e mitigação de riscos”. 

Além disso, a empresa também afirmou que permanece à disposição para colaborar integralmente com as investigações. 


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