
A reportagem de A Tribuna teve acesso aos depoimentos de três dos envolvidos na trama para executar a médica Milena Gottardi Tonini Frasson, 38 anos, morta a tiros, quando deixava o Hospital das Clínicas, no último dia 14, em Maruípe, Vitória.
Nas declarações dos acusados ao delegado encarregado das investigações, Janderson Lube, titular da Delegacia de Homicídio e Proteção à Mulher (DHPM), os três acusados explicam como se envolveram na trama e dão detalhes de como trabalharam no plano para executar a vítima.
Os bandidos chegam a usar o termo “cavalo” como código para se referir à vítima. Já ao hospital onde ela trabalhava eles se referiam como “baia”.
Em um dos depoimentos foi revelado que o revólver usado para matar Milena foi de calibre 38 e que de fato foram oferecidos R$ 2 mil para assassinar a médica.
A moto usada por Dionathas Alves Vieira, apontado como executor, era uma Honda CB 300, placa MTD-8403. Ela teria sido roubada por Bruno Broetto, segundo Dionathas.
A rotina de Milena também foi repassada pelo marido para os executores. Eles disseram que foram por dois meses verificar essa rotina e que nos 30 dias antes do crime tentaram matar a médica, mas que sempre algo atrapalhava a execução.
Os documentos revelam ainda que várias ligações foram feitas entre os criminosos antes da execução do crime e após a morte da médica. O objetivo seria trocar as informações entre os acusados, de acordo com as declarações.
A reportagem completa sobre esse caso você lê na edição desta sexta-feira (22) do jornal A Tribuna.