
Na denúncia, a Promotoria de Justiça Criminal considerou que o crime foi cometido “por motivo torpe”, movido pelo sentimento de vingança, por desconfiar que a vítima possuia envolvimento na morte de seu irmão, Gideão Ferreira Fraga, em 2003.
A denúncia aponta ainda que a vítima teve a defesa dificultada e que o acusado ficou escondido, em via pública, para cometer o crime.
O Ministério Público também pediu a conversão da prisão temporária em preventiva (sem prazo determinado) por considerar provas da existência do crime e indícios de autoria.
O pastor Fernando Pissarra foi morto com um tiro nas costas no domingo (dia 23 de junho), por volta das 18 horas. Ele se preparava para ministrar um culto na Igreja Assembleia de Deus, no bairro São Judas Tadeu, na Serra, quando foi assassinado. Otniel Fraga, de 37 anos, confessou que atirou para matar e que planejou a morte do pastor durante uma semana.
Em depoimento, Otiniel disse que não se arrependeu de ter cometido o crime. Ele foi preso três dias depois, na casa da mãe dele em Jacaraípe, também na Serra.
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