Morreu na tarde desta segunda-feira (21), o universitário Filippe Siqueira, de 24 anos, que participou de uma festa rave em Guarapari, no último dia 12. O jovem, que era estudante de Engenharia Mecânica, estava internado no Hospital Antônio Bezerra de Farias, em Vila Velha.
Segundo o delegado do Departamento Especializado de Narcóticos, Diego Bermond, Filippe foi internado depois de consumir um entorpecente ainda não identificado.
Em nota, a Polícia Civil, não é possível informar qual foi a droga utilizada. “Amostras do entorpecente e de sangue das vítimas foram encaminhadas para análise forense e o delegado aguarda os resultados dos exames, que ainda não foram concluídos”, informou.
Em entrevista ao Jornal A Tribuna, a mãe de Filippe afirmou que acreditava em um milagre para a cura do filho, cujo quadro era considerado gravíssimo pelos médicos. “Ele entrou no hospital muito grave e o quadro persiste assim há quase uma semana. Ele não consegue ficar sem os aparelhos. Eu tentei que fosse transferido para um hospital particular, mas não tem condições, pela gravidade. É com isso que estamos lutando dia após dia”
Leia a nota da Polícia Civil na íntegra
“O delegado responsável pelo caso, Dr Diego Bermond, confirmou que, por volta das 15h de hoje (21), um rapaz que estava internado depois de consumir um entorpecente ainda não identificado veio a óbito no hospital.
A Polícia Civil informa que o caso segue sob investigação no Departamento Especializado de Narcóticos (DENARC). Amostras do entorpecente e de sangue das vítimas foram encaminhadas para análise forense e o delegado aguarda os resultados dos exames, que ainda não foram concluídos. Concomitantemente, vítimas e testemunhas estão prestando depoimentos. Os levantamentos indicam um suspeito de ser o traficante, e outros detalhes não serão passados, por enquanto, para não atrapalhar o andamento das investigações. A Polícia Civil destaca que, enquanto os laudos periciais não forem concluídos, não é possível afirmar que tipo de entorpecente faz parte da composição dos comprimidos ingeridos pelas vítimas”
