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Polícia fecha galpão clandestino de produção de mel falsificado no ES

Foram apreendidos mais de 500 litros de mercadoria. O caso segue em investigação na Delegacia de Mimoso do Sul

Mercadorias que seriam comercializadas
Foto de perfil de Clóvis Rangel

Clóvis Rangel

Clóvis Rangel é publicitário e jornalista formado pela Faculdade Pitágoras. Pós-graduado em Redes Sociais e em Sociologia, atua como especialista na editoria de variedades. É repórter do jornal A Tribuna e do portal Tribuna Online, além de professor de Marketing.

Última atualização

Uma ação conjunta da Polícia Civil (PCES), Vigilância Sanitária e a Secretaria Municipal de Agricultura de Mimoso do Sul, acabou com o fechamento de um local que produzia, de forma clandestina, mel falsificado. A operação aconteceu nessa quinta-feira (13).

 













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De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária do município, Laurindo Rigueto Pintor, de 58 anos, as investigações iniciaram a partir de uma denúncia anônima de que um local no bairro Alto São Sebastião estaria “fabricando” mel adulterado.

“Eles usavam açúcar, limão e água. Nada do mel. Além disso, usavam embalagens falsificadas, não tinham as autorizações exigidas por lei nem para funcionar e comercializar nada.”, disse ele. 

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Laurindo revelou também que foram apreendidos cerca de 500 litros do mel adulterado e que as embalagens mostravam um endereço de fabricação na cidade de Luminária, em Minas Gerais. O galpão onde era fabricada a mercadoria era insalubre, com lixo espalhado pelo chão e os objetos usados aparentavam não estar higienizados. 

“Pelas nossas investigações essa produção era comercializada no Rio de Janeiro. Era um local improvisado mesmo, eles não seguiam nenhum tipo de norma sanitária”. 

A Polícia Civil informou à reportagem que no local foi encontrado um homem que disse ser funcionário da fábrica. O suposto proprietário do estabelecimento clandestino estaria em Vitória. O caso segue em investigação na Delegacia de Mimoso do Sul.

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