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Polícia investiga abuso sexual de irmãos adolescentes após carona no Noroeste do ES

A motorista, uma mulher trans, teria parado o carro em uma rua sem saída e iniciado os abusos sexuais, incluindo penetração sem o uso de preservativo

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Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

Última atualização

A Delegacia da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Colatina está investigando um caso de abuso sexual contra dois adolescentes, de 12 e 17 anos. As vítimas, que são irmãos, teriam pego uma carona com uma motorista no último domingo (27), quando foram vítimas dos abusos. 

Em relato à Polícia, os irmãos relataram que estariam voltando de uma festa quando uma mulher teria se aproximado e oferecido carona aos dois. No primeiro momento, os adolescentes teriam negado o pedido, seguindo a pé em direção a um ponto de ônibus. 

Porém, por volta de 1h30 da madrugada, após a insistência da motorista para que os dois aceitassem a oferta, os irmãos teriam aceitado a carona e entrado no veículo da suspeita. Segundo eles, a suspeita seria uma mulher trans. 

Dentro do carro, a motorista teria iniciado a importunação sexual, desferindo frases de cunho sexual contra os irmãos. Em determinado momento, ela teria parado o veículo em uma rua sem saída e iniciado os abusos sexuais, incluindo penetração sem o uso de preservativo. 

Após os abusos, a motorista teria deixado os meninos em outro ponto da cidade, que procuraram o Pronto Atendimento Infantil do município. Constatados os indícios de abusos sexuais, a assistência social do pronto atendimento acionou a polícia.

À polícia, um dos adolescentes relatou teria ficado sem bateria no celular, motivo pelo qual não conseguiu entrar em contato com os pais para pedir ajuda. 

Segundo ele, ainda na mesma madrugada, a suspeita teria enviado uma solicitação de amizade para o adolescente de 17 anos em uma rede social. Ele, então, enviou as informações para a polícia. 

Com o nome de registro e o nome social da suspeita, a Polícia Civil conseguiu chegar até o endereço dela. Porém, durante buscas no local, ela não foi localizada. 

A PC informou que o caso segue sob investigação da Delegacia da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Colatina. 


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