
Ele não descartou a possibilidade de fazer a reconstituição do que pode ter ocorrido antes, durante e depois do incêndio na casa do pastor George Alves, que está preso.
A Tribuna – Como a polícia vem tratando o caso? Crime doloso, culposo? Há indícios de crime hediondo?
Delegado André Jaretta – Se seria, no caso, crime qualificado, isso nós temos que estudar e avaliar melhor, inclusive se houve a hediondez do crime de homicídio que já tratamos como doloso.
Ao final, se for o caso, saberemos se haverá ou não indiciamento nesse sentido.
Existe a possibilidade de a polícia fazer a reconstituição dos fatos na casa do pastor?
Apesar do avançar das investigações permanecerem sob sigilo, não descartamos essa hipótese. Essa possiblidade será mais bem avaliada, mas temos que respeitar a medida de sigilo de Justiça que o caso requer.
Já há resultados de laudos sobre as perícias que ocorreram na casa do pastor?
Não posso responder esta pergunta, pois o inquérito corre sob segredo de Justiça.
Quanto ao pedido de prorrogação da prisão temporária do pastor, sabe se já foi encaminhado pelo Ministério Público à Justiça?
Nós estamos aguardando a remessa do inquérito com a decretação da temporária. Estamos crentes que o Ministério Público vai dar o parecer favorável e que o judiciário vai decretar a prorrogação para que, em breve, possamos realizar as diligência finais e a conclusão do inquérito.